Dieta ou Reeducação alimentar? O que é melhor?

Qual a diferença entre dieta e reeducação alimentar? Você sabe?

Bom, quando você sobe na balança e leva aquele susto, fica frustrada e decide que precisa emagrecer, imediatamente você pensa em fazer uma dieta restritiva, e deixar de consumir alimentos que você gosta, o que torna esse objetivo mais difícil. Ou seja, na dieta você abre mão de alimentos considerados mais calóricos em favor de outros mais saudáveis e geralmente essa alimentação é feita por um determinado tempo até se chegar ao objetivo pretendido ou desistir por não poder comer os alimentos tão desejados.

Já quando se decide fazer uma reeducação alimentar não há um período determinado, essa decisão tem que ser feita para o resto da vida. Você faz uma mudança total nos seus hábitos alimentares e não deixa de comer aquilo que não consegue se abdicar, porém diminui a quantidade é claro.

A dieta tem início e fim, ao contrário da reeducação alimentar, que visa não só o emagrecimento, mas uma manutenção do peso. A Reeducação alimentar se adapta melhor à rotina e às preferências da pessoa tornando mais fácil a adesão e diminuindo assim a desistência.

É Claro que em alguns casos é necessária uma medida mais drástica (dieta) durante um período mas é necessário entender que de nada adianta fazer uma dieta e perder muitos quilos se não houver uma adaptação e uma alimentação moderada posteriormente porque a consequência será a obtenção desses quilos novamente.

É preciso entender que a reeducação alimentar é algo maior, você escolhe os alimentos, identifica seus hábitos alimentares nocivos à mesa, e você emagrece com saúde e sem restrições drásticas de alimentos.

A reeducação não deve ser vista como um sacrifício e sim como um processo de mudanças favoráveis e hábitos alimentares saudáveis, mas sem esquecer o prazer  em comer bem.

Na reeducação alimentar tudo tem de ser equilibrado, enquanto nada é estritamente proibido a menos que haja algum problema crônico de saúde, aliás, com esses novos hábitos, você estará diminuindo as chances de alguns desses problemas aparecerem futuramente.

Mas como começar a reeducação alimentar?

      Além de escolher bem os alimentos há outros pontos que devem ser observados:

  • Monte pratos bonitos e coloridos: os alimentos de diferentes cores carregam diferentes nutrientes como, por exemplo, o licopeno que está presente no tomate, na goiaba e na melancia dando a coloração vermelha. Ele atua contra doenças degenerativas e câncer, enquanto o betacaroteno, presente na laranja e na cenoura ajuda na produção de vitamina A e fortalece o sistema imunológico.
  • Evite comer enquanto assiste à televisão: Quando você está fazendo outra atividade enquanto come acaba não se dando conta de quando já está satisfeito. É preciso se concentrar no ato de comer, mastigar bem os alimentos, comer bem devagar para que o seu estômago processe melhor os alimentos.
  • Dê preferência aos alimentos integrais: Estes dão mais saciedade e têm mais nutrientes que as versões refinadas e industrializadas que perdem boa parte dos seus nutrientes nesses processos e sobram calorias vazias.
  • Diminua no sal: Use a menor quantidade possível. O sal ajuda a reter líquidos e consequentemente o inchaço e aumenta a pressão arterial, A Organização Mundial de Saúde vem alertando muito sobre o aumento do consumo de sal. Produtos enlatados e embutidos já têm uma grande quantidade de sal.
  • Leia sempre o rótulo dos alimentos quando for comprar: Fuja do excesso de sódio, gorduras saturadas, gorduras trans.
  • Alimente-se de 3 em 3 horas: Grandes  intervalos entre as refeições deixam o metabolismo mais lento, o que prejudica a absorção de carboidratos, que serão depositados na forma de gordura. Entre o café da manhã, almoço e janta faça pequenos lanches.
  • Exercite-se: A atividade física ajuda a queimar calorias e  liberar na circulação substâncias que provocam o prazer, ajudando a lidar até com o estresse.

Agora com essas informações mãos à obra.